BRASIL, Mulher, de 15 a 19 anos, Aymara, English, Moda, Música
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A Eutanásia (juntamente com o suicídio e o aborto) está entre aqueles problemas que retornam sempre à tona nas discussões teológicas e não teológicas da atualidade. Em matéria legislativa ela faz infalivelmente parte de uma trilogia in­dissociável: divórcio, aborto, eutanásia. Isto nada tem de surpreendente uma vez que por trás destes e de outros problemas semelhantes, encontra-se sempre uma visão do mundo e do homem. Isto é tão verdadeiro que normalmente as posições assumidas diante dos vários problemas aparente­mente diferentes é sempre a mesma.

Quem aceita irrestritamente o aborto, aceita irrestritamente a eutanásia.

A eutanásia como os problemas citados, dificilmente deixa de provocar um clima emotivo.

É sobretudo uma tentação constante na vida do médico.

Entretanto, o problema não atormenta apenas os médicos. Com sempre maior insistência ele é colocado em termos de consciência, mesmo para pessoas que adotam a concepção cristã da vida e da morte. Elas as colocam mesmo em nome da moral e da caridade. Por quê uma morte inevitável não poderia ser apressada, quando o sofri­mento é demasiado? Por quê em certos casos a morte não poderia ser encarada como libertação de um peso de uma vida ao menos aparentemente inútil? Por quê não atender ao menos àqueles que pedem a morte? Antigamente a morte só poderia ser obtida por métodos chocantes eutanásia pode ser considerada um direito individual??



Escrito por Camilla e Luana às 10h49
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  A sociedade brasileira ainda não esta preparada para o exercício de seus direitos e por isso precisa ser "conduzida" à urna sob ameaça de penalidades diversas.Entendemos que ainda não chegou o momento para a instituição do voto facultativo no Brasil. Vivemos num País em desenvolvimento e grande parte do eleitorado ainda não está educada politicamente para exercer seu direito de voto.
     Sua prática poderia ser prejudicial à representatividade política e popular dos eleitos. As grandes abstenções poderiam levar ao poder minorias radicais e comprometer a lisura dos pleitos devido à corrupção eleitoral.Sendo o exercício do voto um dever cívico, entendemos que a obrigatoriedade do voto deve ser mantida.

     Acho importante o dever de votar, de escolher, pessoalmente sou  favorável ao voto facultativo, porem acho que a  população brasileira precisa amadurecer o seu processo democrático e exercer sua cidadania, hoje com voto sendo obrigatório no Brasil muitas pessoas anulam o voto. 




Escrito por Camilla e Luana às 11h18
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Drogas

 

Nos dias de hoje, o adolescente recebe um bombardeio de informações através dos meios de comunicação, que o deixam inteirado de tudo o que se passa ao seu redor.
Ao se falar em droga, certamente vamos despertar sua curiosidade, que deve ser utilizada para a formação
de conceitos sadios e exatos sobre as drogas e as desvantagens de seu uso.
Pais e professores, devem, através de orientação segura e sem nenhum alarme, criar a condição necessária para que o adolescente se torne refratário aos assédios de maus amigos e traficantes.
É na adolescência, ou pré-adolescência, que se deve dar maior destaque a um programa de caráter educativo preventivo.
Devemos observar que os traficantes, sabedores que nesta fase se consegue o viciado certo de amanhã, nos dias de hoje, estão levando para o mundo das drogas meninos e meninas de até 9 anos, portanto, o quanto antes iniciarmos nossa conscientização, não estaremos cometendo exagero algum.

 

Como saber se um jovem usa drogas

1 - Mudança brusca no comportamento;
2 - Irritabilidade sem motivo aparente e explosões nervosas;
3 - Inquietação motora. O jovem se apresenta impaciente, inquieto, irritado, agressivo e violento;
4 - Depressões, estado de angústia sem motivo aparente;
5 - Queda do aproveitamento escolar ou desistência dos estudos;
6 - Insônia rebelde;
7 - Isolamento. O jovem se recusa a sair de seu quarto, evitando contato com amigos e familiares;
8 - Mudança de hábitos. O jovem passa a dormir de dia e ficar acordado à noite. Existência de comprimidos, seringas, cigarros estranhos, entre seus pertences;
9 - Desaparecimento de objetos de valor, de dinheiro ou, ainda, incessantes pedidos de dinheiro. O jovem precisa, a cada dia mais, a fim de atender às exigências e exploração de traficantes, para aquisição de produtos que lhe determinaram a dependência;
10 - Más companhias. Os que iniciaram no vício passam a fazer parte da vida do jovem.

A primeira providëncia que devemos tomar para lutar contra as drogas é conhece-las...



Escrito por Camilla e Luana às 10h53
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Ivete Sangalo - Flor Do Reggae

O brilho de amor chegou na ilha inteira
E a Lua que traz o amor é Lua cheia
O grito de dor que vem do peito de quem amou alguém
O reggae me traz saudades de quem me beijou
E agora tá tão distante em outra ilha
O amor me chamou de flor 
E disse que eu era alguém pra vida inteira

Como se eu fosse flor, você me cheira
Como se eu fosse flor, você me rega
E nesse reggae eu vou a noite inteira 
Porque morrer de amor é brincadeira


Escrito por Camilla e Luana às 11h08
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Artigo: "A música e você"

A música influencia muito na vida das pessoas. Mesmo que não se perceba, todos os seus signos estão agindo a todo o momento. A música comunica-se através do som e do sentido. O som é aquilo que você escuta e o sentido, a reação que essa música pode lhe causar.

A perfeita comunicação entre a harmonia e a melodia, tão rara atualmente, faz o ouvinte compreender o significado da música, ou seja, o sentimento que o compositor quis expressar.

Felizmente, a música é muito maior do que isso. Segundo Arnald Schoenberg, a música expressa a natureza inconsciente deste e de outros mundos. Sendo assim, ela, sozinha, mesmo que não seja compreendia, consegue invadir o inconsciente das pessoas, fazendo-as entrar em contato com os sentimentos mais profundos e intensos.

Isso acontece porque os batimentos cardíacos acompanham o ritmo da música e a serotonina, substância existente no corpo humano responsável pela manifestação do humor, sobe ao cérebro, mexendo com os sentidos e sentimentos. Essa sensação pode ser ainda maior, se é a música for escutada em uma altura mais elevada, já que dessa forma, ela consegue dominar o organismo mais rápido. É por essa forma que, o Rock deixa as pessoas mais agressivas, a música lenta acalma, uma Bossa nova, alegra.

A interpretação das letras das músicas é outro ponto bastante discutido. As pessoas costumam prestar mais atenção na melodia do que na harmonia. A comunicação verbal sempre foi mais aceita. É por isso, que a música sempre fez parte do contexto histórico, bons exemplos são os festivais do começo do século passado, o Tropicalismo e o período em o Brasil viveu numa ditadura. Esse é um ponto positivo.

Analisando esse fato, chego a conclusão que as pessoas devem realmente prestar atenção nas letras, porque a melodia age por si mesma...

Outro fato pouco discutido, e mesmo percebido pelas pessoas, é que a música também forma estereótipos nas pessoas que ouvem muito um determinado estilo. Isso interfere no comportamento, roupas, maneiras de falar e pessoas com quem vai se relacionar. Pare para pensar, como uma pessoa que gosta de Rock se veste, com quem anda e como se comporta. Agora lembre de como as pessoas que gostam de Pagode são.

Viu? A música influência você, mesmo que você não perceba e nem dê a merecida atenção que ela merece. Dê mais atenção a ela...



Escrito por Camilla e Luana às 10h57
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Linguagem e tecnologia

Não pretendo aqui formular uma noção ideal de linguagem ou fundamentar uma metodologia de análise meramente descritiva. É dizer que me interesso apenas por apontar algumas observações que imagino suficientes para propiciar ou provocar uma espécie de discussão em prol de uma postura crítica, considerando a linguagem como objeto socialmente construído, como prática concreta de ação no real. Para tanto, faz-se imprescindível abolir a idéia da linguagem como mera representação do real como propõe a tradição clássica. E se a linguagem não se resume numa simples representação da realidade, cabe-nos ressaltar seu caráter ideológico. Mas como ideologia, a linguagem tem sido distorcida e a todo momento utilizada para escamotear a realidade, mascarando sua imposição para justificar a dominação e gerar uma falsa consciência; uma consciência ilusória produzida a partir da mentalidade propagandística e mercadológica da burguesia. Nesse sentido, a sociedade se ocupa da tarefa de "socializar" o desejo e privatizar os meios para uma possibilidade de realização do prazer.

Nos tempos que correm, se fala constantemente no avanço da tecnologia e - em especial - da informática na comunicação. De acordo com o discurso oficial da sociedade chamada moderna (ou pós-moderna) - apesar de sua prática primitiva de sacrifícios - a máquina avançou e o homem ficou para trás. Não se trata de ignorar a tecnologia e as vantagens oferecidas por este sofisticado (algo a ver com os antigos sofistas?) mecanismo de comunicação, mas não se deve perder de vista a consciência de que toda invenção é resultado de um processo desenvolvido por muitos e se dá de acordo com as condições materiais para que ela se realize. Sendo assim, toda invenção é uma ação humana e, como patrimônio da humanidade, deve estar a serviço do bem comum e empregada para facilitar o trabalho da e para a coletividade. Mas esse suposto avanço não nos interessa ao preço da exclusão e legitimação da miséria a milhares de milhares de seres humanos e, muito menos, quando se trata de uma deificação da máquina. Não nos interessa o fetiche de uma comunicação globalizada nos moldes dos capitalismo. Pode ser que o futuro da humanidade seja a miscigenação, mas tudo deve se dar a partir do intercâmbio e das relações entre os povos e não mediante a força e a imposição de uma linguagem dita "universal", ou seja, entendida como universal por ser a forma de expressão estratégica da dominação em prol de sua hegemonia. Assim se faz também universal o deus cristão, pois se os povos colonizados não tivessem sido condenados ao temor da cruz e todas as ameaças do inferno, certamente, seria impossível que estes assimilassem ou aceitassem os mesmos valores euro-ocidentais que definem a propriedade, o trabalho escravo, a beleza padrão, as formas de organização de poder, os conceitos de justiça, etc & tal. Assim, entendendo o sistema discursivo como uma ficção e, levando em conta a alienação do sujeito quando obrigado a repetir a linguagem do outro (alteridade), poderíamos refletir sobre o processo de colonização de nossos povos e - conforme Roland Barthes - questionarmos: "- a classe dos sacerdotes não foi durante muito tempo proprietária e técnica das fórmulas, isto é, da linguagem?" Convenhamos que a palavra em si mesma já traz uma série de complicações em virtude de uma espécie de esvaziamento de sentidos numa sociedade de Babel, principalmente, quando oriunda de uma língua imposta. É como se tivéssemos assinado um acordo silencioso para fazermos de conta que nos entendemos. Por exemplo, será que a palavra nuvem teria o mesmo valor e significado se ouvida por um nordestino que sofre a estiagem há dois anos consecutivos e um outro no sudeste que quer ir à praia tomar sol com a família? World, Monde, Orbis, Welt, e Mundo - mesmo "traduzidas" - têm o mesmo significado para um inglês, um francês, um latino, um alemão e um brasileiro? Ou cada um destes concebe o mundo conforme o seu sistema de interpretação, a partir de sua experiência, sua existência social e cultural de explicação do universo? Conforme Marx, numa passagem de 'A Ideologia Alemã', "não é a consciência que determina a vida, mas é a vida que determina a consciência". Isto posto, é a relação do sujeito com o mundo, consigo mesmo e com o outro que definem a sua linguagem. E a linguagem é a sua própria forma de ser para o mundo, para si mesmo e para o outro. Concordando com a idéia de que pensar e ser é o mesmo, o ser se faz na linguagem que é a forma do homem expressar o pensamento. Destarte, o homem é na linguagem e - sem esta - ele meramente existe como uma árvore ou uma pedra, mas assim ele não é. É dizer que o frenético avanço de uma tecnologia que não está a serviço do homem, mas de um pequeno grupo dominante, em nada contribui para o crescimento do indivíduo na sua totalidade para o mundo, para a liberdade. Trata-se apenas de uma inteligência artificial em prol da artificialidade do homem. A tecnologia? Sim!, com tudo o que o homem tem direito: computador, internet, intranet & qualquercoisanet. E não é para se viver uma realidade virtual, pois levados pela nova "ordem" há homens que se comportam como um dos personagens no 'mito da caverna', de Platão, em sua "República". Lá, um prisioneiro contempla, amarrado no fundo de uma caverna, os reflexos de simulacros que - sem que ele possa vê-los realmente - se lhes aparecem transportados à frente de um fogo artificial. E, como esse prisioneiro sempre viu essas projeções de artefatos e aparências, toma-os por realidade e permanece iludido.

Nessa relação de dependência e sem uma linguagem que lhe é própria do ponto de vista de sua identidade cultural, o homem satisfaz apenas uma necessidade criada pela e para a própria sociedade de consumo, mas as suas verdadeiras necessidades permanecem reprimidas. Ele reprime partes de suas necessidades em favor de uma outra, a saber, a de supostamente se 'plugar' com o mundo. Refiro-me ainda a uns poucos privilegiados, porque a maioria está diante da máquina apenas para cumprir uma tarefa para o famigerado mercado. Na verdade, essa 'modernidade' não é o último objetivo dos seus desejos, muito pelo contrário, ele tem a necessidade de contatos interpessoais e reconhecimento social. E essa necessidade ele acredita satisfazer somente por meio desse aparato tecnológico, mas apenas com o produto do seu trabalho alienado e somente cumprindo a ordem dada - mesmo aparentemente satisfeito nessa necessidade - permanece isolado do mundo, ele e sua máquina, sem conseguir romper com sua carência de relações. Ou seja, escolhe uma falsa satisfação das necessidades por ser a única "oferecida" pela sociedade comedora de acrílico e turistas de shopping que - asfixiados pela subjetiva ilusão de ser sujeito - estão perdidos entre os objetos e mercadorias a todo momento ameaçadas de cair em desuso para dar lugar a outra "novidade".


 



Escrito por Camilla e Luana às 08h27
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Oi!

 oi amigos soh to fazendo um test bjaum p/ todos...



Escrito por Camilla e Luana às 14h32
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